
A teoria do Aquecimento Global de origem antrópica (via emissão de CO2) parece ter vida própria, e é divulgada na mídia como fato indiscutível. O IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), grupo da ONU responsável por analisar as variações climáticas no planeta, tem recebido o status de "grande guardião da verdade", sobretudo pelo fato de, segundo a mídia, reunir os 2.500 melhores cientistas da área. O que não se mostra na mídia é que muitos nomes de cientistas, inclusive daqueles que se retiraram do grupo por não compactuar com as conclusões apresentadas nos relatórios, continuam figurando na lista de participantes, o que é um ato no mínimo suspeito. Além disso, existem problemas nos relatórios quanto ao uso de dados estatísticos de maneira inadequada, e estes mesmos dados são a base das previsões geradas pelos modelos climáticos. Ian Castles, ex-chefe do Departamento de Finanças do governo australiano e ex-presidente da Associação Internacional de Estatísticas Oficiais alerta em artigo (Energy & Environment · Vol. 14, Nos. 2 & 3, 2003), para o uso de dados incorretos acerca do crescimento econômico e projeções de emissão de CO2, bem como graves erros conceituais no uso de dados sócioeconomicos nos relatórios do IPCC.
Em artigo publicado na revista 21st CENTURY Science & Tech (http://www.21stcenturysciencetech.com/Articles%202007/20_1-2_CO2_Scandal.pdf), o cientista Zbigniew Jaworowski aponta uma série de incoerências acerca dos dados de CO2 utilizados pelo IPCC. Dentre outras coisas, o IPCC ignorou levantamentos científicos anteriores. Vários outros renomados cientistas no mundo inteiro contestam a teoria antropogênica do Aquecimento Global, apresentando dados que não só expõem completamente a fragilidade da teoria vigente, como ainda apontam o caráter político envolto na questão. Uma ótima fonte para discussão é o documentário produzido pelo Canal 4 na Inglaterra sob o título de "A grande farsa do aquecimento global"(http://www.youtube.com/watch?v=RDzuXPM1W3k), embora o título possa parecer ofensivo, o conteúdo que se segue, respaldado em importantes nomes dos mais respeitados centros de pesquisa do mundo, somados aos argumentos expostos, justificam a sua escolha. No Brasil, o mais importante nome de contestação à corrente vigente do aquecimento provocado pelo homem é do Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion que expõe em sugestivo artigo intitulado "Aquecimento ou histeria global" seus argumentos (http://mitos-climaticos.blogspot.com/2008/06/aquecimento-ou-histeria-global-1.html) A discussão, o contraponto de idéias, a análise crítica são elementos fundamentais na atividade acadêmica. Esses elementos se perderam em relação ao "Aquecimento Global"!


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